Carnificina em presídio do Maranhão repercute nacionalmente.

Hilton Franco

Virou moda a repercussão de notícias negativas a nível nacional sobre o Maranhão.

No domingo(7), a imprensa nacional noticiou o confronto entre índios Guajajaras e um delegado da Polícia Civil de Barra do Corda (446 Km de São Luís), na BR 226.

No embate, houve troca de tiros entre os índios  e o delegado.Ambos sairam baleados. O delegado Edmar Cavalcanti foi alvejado por cinco tiros de espingarda  e  ainda teve o dedo decepado com golpes de facão.

SÃO PAULO –  Terminou por volta das 13h30 (horário de Brasília) desta terça-feira, 9, a rebelião no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luis, no Maranhão. O motim durou cerca de 27 horas e deixou ao menos 18 mortos.

Presos decapitados no motim do Presidio de Predrinhas,em São Luís-MA. Foto:Gilson Texeira

Presos decapitados durante o motim na prisão de Pedrinha,em São Luis-MA.Foto:Gilson Texeira.

A Tropa de Choque, da Polícia Militar, foi acionada para controlar a situação. Com o fim da rebelião, os presos foram levados para o pátio enquanto as equipes vistoriam as celas na busca de objetos cortantes e armas. A fiscalização continuava por volta das 16 horas. Dois revólveres calibre 38 e um calibre 32 já foram apreendidos com os rebelados.

Cinco agentes penitenciários foram mantidos reféns durante as negociações dos presos. As vítimas foram libertadas e encaminhadas a um hospital para atendimento médico. Os detentos reivindicavam a redução da superlotação, melhora na comida e no fornecimento de água, além de revisão das penas. A SSP-MA não informou quais exigências foram atendidas. Segundo a Secretaria, o complexo de Pedrinhas abriga atualmente 4 mil presos, o dobro da capacidade do local.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA), 18 presos foram assassinados durante a rebelião por facções rivais. Quinze morreram no Anexo 3 do Presídio São Luis e outros três no Centro de Custódia de Presos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Os corpos serão levados para o Instituto Médico Legal (IML).

Clique  e veja a repercussão sobre a rebelião nos sites abaixo.

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