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Sindicato divulga lista de professores contemplados com progressões e titulações

Do SINPROESEMMA

Atendendo à solicitação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Maranhão), a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) encaminhou nesta quinta-feira, 17, à entidade a lista dos professores que foram contemplados com titulações e progressões, com pagamento previsto nos salários de maio.

Ao todo, foram concedidas 7.523 titulações para os professores que adquiriram títulos com pós-graduação, passando a ter em seus salários acréscimos que variam de 20% a 10%. Foram contemplados 46 doutores, 291 mestres, 5.444 especialistas e mais 1.742 professores que conseguiram algum tipo de aperfeiçoamento profissional.

Quanto às progressões, foram concedidas apenas 500, priorizando os professores com maior tempo de serviço, com mais idade e aptos à aposentadoria. Com as progressões, os trabalhadores mudam de referência na estrutura da carreira do educador.

Os dois decretos do Executivo foram assinados na última sexta-feira, 11, e fazem parte do acordo firmado com o Sinproesemma, que vem, exaustivamente, cobrando o direito dos trabalhadores, em todas as reuniões realizadas com o secretário de Estado de Educação, João Bernardo Bringel.

“A assinatura dos decretos é resultado de inúmeras cobranças feitas pela direção do Sinproesemma ao governo do Estado, nos últimos meses. E vamos continuar cobrando o pagamento das demais. O compromisso do governo é pagar oito mil progressões até o final do ano. Vamos ficar vigilantes para que esse acordo seja cumprido”, afirma o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.

Como o governo do Estado alega não ter condições financeiras de conceder todas as progressões devidas aos trabalhadores de uma só vez, o critério estabelecido é a concessão escalonada, sempre priorizando os profissionais que já reúnem condições de aposentadoria.

Confira se o seu nome está nas listas, abaixo.

Titulação

Progressão

Publicado em: ECONOMIA, MARANHÃO, VIDA URBANA

Roseana assina titulação e progressão de mais de 8 mil professores

Desde 17/04/2007 aguardava receber 15% de acréscimo no salário por ter pós-graduação em nível de especialização.Cinco anos depois vou receber sem retroativo.

Hilton

SÃO LUÍS – A governadora Roseana Sarney concedeu a gratificação por titulação para 7.523 profissionais da educação do grupo Magistério da Educação Básica e a progressão na carreira de 500 professores, totalizando mais de 8 mil profissionais da rede estadual de ensino. “Essa é mais uma ação de valorização dos docentes, uma forma de reconhecimento ao trabalho de quem contribui, e muito, para a formação dos maranhenses e se esforça para se manter atualizado na profissão”, declarou a governadora.

Com a medida, os profissionais que obtiveram, durante o exercício profissional, cursos na área de formação ou educação, irão receber gratificação por titulação da seguinte forma: atualização, aperfeiçoamento ou reciclagem que cheguem a somar 360h (acréscimo de 10% no valor do vencimento básico); pós-graduação em nível de especialização (15%); mestrado (20%) e doutorado (25%).

Os dois decretos que concedem as gratificações por titulação e progressão funcional para os professores do Magistério da Educação Básica foram assinados na sexta-feira (11). Os professores contemplados com as progressões serão beneficiados com a mudança de referência dentro da mesma classe da carreira do Grupo Magistério de Educação Básica.

O secretário de Educação, João Bernardo Bringel, também destacou que o ato contempla um compromisso do Governo do Estado com a categoria. “É um compromisso do governo com a valorização do profissional da educação básica, mediante a implementação da política de desenvolvimento do servidor na carreira, associada ao estabelecimento de critérios de ascensão funcional, cujo mérito, competência e conhecimento desses profissionais sejam reconhecidos e atendidos, onde a busca da qualidade do ensino público na educação básica seja a consequência natural de todo esse processo”, destacou.

Qualificação profissional

A ação do Governo do Maranhão é um estímulo para que os docentes da rede estadual busquem cada vez mais conhecimento e qualificação profissional ao longo da carreira, o que implicará em melhorias qualitativas no processo ensino-aprendizagem ofertado no estado. Com a assinatura dos decretos governamentais serão contemplados diretamente com a gratificação por titulação 46 doutores, 291 mestres, 5.444 especialistas e 1.742 professores que obtiveram algum tipo de aperfeiçoamento profissional ou na área da educação.

As informações são da Secom do Estado.

Publicado em: ECONOMIA, MARANHÃO, VIDA URBANA

Maranhenses deixam o estado para escapar da vida miserável e sem esperança

As raízes da estagnação  teriam crescido nos anos 1960, quando José Sarney, então governador do estado, criou a Lei de Terras.

O Globo

COROATÁ (MA) – Se não havia como vencer a miséria, o motorista Júnior Rachid, de 34 anos, decidiu valer-se dela para sobreviver. Há um ano, comprou um ônibus Scania 112, de 1990, e passou a fazer parte do único negócio que prospera em Coroatá, cidade maranhense a 276 quilômetros de São Luís: o transporte clandestino de trabalhadores para as regiões Sudeste e Centro-Oeste do país, onde o corte da cana de açúcar e a construção civil os espera. A cada viagem, Rachid leva cerca de 50 pessoas, a maioria homens jovens, que apostam na estrada como a única chance de escapar da vida miserável e sem esperança no interior do Maranhão.

— Levo iludidos e trago arrependidos — diz o motorista.

Veja:

‘Aqui, só tem coco para quebrar’, diz agenciador

Na chegada, salários abaixo do combinado e moradias precárias

Vídeo da triste partida dos maranhenses

Trabalhadores na fila para um dos ônibus supostamente de turismo: eles cumprem jornadas temporárias e voltam. Foto: Chico Otavio / O Globo

Ao contrário dos migrantes do passado, que fincavam raízes onde desembarcavam, os passageiros de Rachid cumprem jornadas de trabalho temporário e depois voltam. No Maranhão, a migração sazonal movimenta de 500 mil a 1 milhão de pessoas todo ano. Quem quiser conhecê-la, basta chegar cedo às rodoviárias de Coroatá e das cidades vizinhas de Codó e Timbiras, todas as sextas-feiras, e acompanhar as cenas de famílias humildes despedindo-se do filho que sobe no “ônibus de turismo”.

A região dos Cocais, onde fica Coroatá, entre os vales dos rios Itapecuru e Mearim, no centro do Maranhão, é uma espécie de enclave da mão de obra barata que abastece o país. Uma estrutura fundiária extremamente arcaica, caracterizada pela predominância da grande propriedade, pela agricultura de subsistência e pela produção de óleo de babaçu, processo artesanal que lembra o homem coletor da pré-história — somada à ausência de alternativas de trabalho urbano —, faz da população local presa fácil para a indústria do tráfico de pessoas. Muitos que embarcam mal sabem para onde estão indo:

— Estou esperando um companheiro. Se ele aparecer, vou para as bandas de lá. Não sei exatamente onde, mas sei que é São Paulo — comenta Edmilson Gomes, de 46 anos, enquanto aguarda o embarque em Codó.

Ao pegar a estrada, o ônibus de Edmilson passa em frente à Unidade de Ensino José Sarney, em Timbiras. Prédios como este servem muito mais para homenagear a família que, há quase cinco décadas, domina o Maranhão do que para oferecer às cidades dali condições de romper a estagnação econômica. De acordo com o Censo de 2010, do IBGE, 72,15% dos moradores de Codó, com dez anos ou mais, não têm instrução ou não completaram o ensino fundamental.

Para o professor Marcelo Sampaio Carneiro, do Centro de Ciências Humanas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), a onipresença de Sarney nos Cocais vai além de um nome na porta de uma escola. As raízes da estagnação, sustenta Carneiro, teriam crescido nos anos 1960, quando José Sarney, então governador do estado, criou a Lei de Terras, a pretexto de modernizar o Maranhão, e introduziu na região os grandes latifúndios, financiados com recursos da Sudene, e os grileiros:

— Os proprietários usaram a terra para acessar os fartos incentivos fiscais, formaram pastagens de baixa qualidade e compraram gado apenas para justificar o uso desses recursos. Hoje, a pecuária nem sequer é expressiva na região. Não há nenhum argumento que justifique o monopólio da terra.

Sem outras alternativas, essas cidades tiraram da desesperança sua vocação econômica. Na década passada, gente como Beto do Codó, Antônio Grosso, Francinaldo e Suelen começaram a montar uma rede de agenciamento de mão de obra barata nos Cocais. Eles se apresentam como donos de agências de turismo, que estão por toda parte, mas normalmente os ônibus partem cheios e voltam vazios. Uma das agências, em Coroatá, chama-se Clandestur.

O destino do esquema inicial era São Paulo, com suas usinas produtoras de cana de açúcar, mas o crescente processo de mecanização dessa lavoura reduziu as “encomendas” e os obrigou a diversificar o negócio. Na semana passada, por exemplo, a agenciadora Suelen, uma paulista de Pradópolis que não forneceu o sobrenome, embarcou 40 trabalhadores para as obras do programa Minha Casa Minha Vida em Macaé, no norte fluminense. Ela disse que o contrato com o “encarregado da obras”, que identificou apenas como Luís, prevê o envio de um total de 300 homens.

Em Coroatá, segundo a Comissão Pastoral da Terra, mais da metade dos 60 mil moradores são favorecidos com algum tipo de benefício social, principalmente a aposentadoria rural e o programa Bolsa Família. Mas, para os jovens locais, a renda é insuficiente para dar conta de seus sonhos. O maior deles, diz o vereador petista Sebastião Araújo, o Ciba, é a compra de uma motocicleta, ambição de nove entre dez “passageiros” das agências de turismo dos Cocais.

— Eles chegam a trazer as motos de São Paulo no bagageiro do ônibus. Por isso, mesmo com todas as mazelas do emprego que os aguarda, eles sempre querem ir — diz Ciba.

Antônio Carlos Gomes Lobo, de 31 anos, é um deles. Analfabeto, casado, dois filhos, trabalha na roça de mandioca, arroz e milho no povoado Nogueira, área rural de Coroatá. Ele viajou duas vezes — em 2006, para Uberaba (MG), e em 2009, para Guaribas (SP). Só não voltou porque ainda não conseguiu os R$ 170 cobrados por uma passagem nos ônibus de turismo.

— Quando eu conseguia cortar 300 metros de cana por dia, chegava ao fim do mês ganhando R$ 1,2 mil. Aqui, não existe emprego que pague a mesma coisa —garante.

Francisco Gilson Gomes Guimarães, de 33 anos, também gostaria de voltar, mas não poderá mais. Em 2008, conseguiu comprar uma moto com o dinheiro que ganhou no corte de cana em São Paulo. Dois anos depois, acidentou-se em Coroatá. Uma perna ficou mais curta e ele perdeu qualquer esperança de renda.

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA, MARANHÃO

Brasil atinge marca de R$ 500 bilhões de tributos pagos

SÃO PAULO – O Brasil atingiu nesta quarta-feira (2), a marca de R$ 500 bilhões de tributos federais, estaduais e municipais pagos desde o primeiro dia deste ano, revelam dados do Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Neste ano, a marca foi atingida dois dias antes do que no ano passado, quando o montante foi alcançado em 4 de maio, o que comprova o crescimento da arrecadação tributária.

Segundo a ACSP, com o dinheiro arrecadado seria possível construir mais de cinco milhões de postos de saúde equipados ou contratar mais de 35 milhões de professores para o ensino fundamental, por exemplo.

Em todo o ano passado o painel totalizou R$ 1,5 trilhão, um recorde histórico desde a sua criação, em 2005. Segundo a projeção da ACSP, em 2012 os brasileiros deverão pagar mais de R$ 1,6 trilhão em impostos.

Impostômetro

O painel do Impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005 e está instalado no prédio da sede da ACSP.

Também pela internet qualquer cidadão pode acompanhar o total de impostos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal, de acordo com os estados e municípios.

O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até dezembro deste ano.

(Com informações do Infomoney)

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA

A 6 dias do fim do prazo, 43% dos contribuintes ainda precisam declarar IR

Folha.com

A menos de uma semana para o prazo final de entrega das declarações de Imposto de Renda, 10,6 milhões de contribuintes –cerca de 43% do total previsto– ainda precisam prestar contas com o Fisco.

Veja especial sobre o Imposto de Renda

Segundo a Receita, foram recebidas 14,37 milhões de declarações até as 11h desta terça-feira. O fisco espera que 25 milhões de contribuintes prestem contas ao Leão até o dia 30 de abril, data limite para entrega.

Quem perder o prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 20% do imposto devido, prevalecendo o maior valor.

O programa que gera o documento para a declaração está disponível na página da Receita na internet. No mesmo endereço, o contribuinte pode baixar o programa Receitanet, necessário para transmitir a declaração ao Fisco.

A Receita alerta para o risco dos contribuintes deixarem para enviar a declaração nos últimos dias, pois muitos podem encontrar dificuldades devido ao acúmulo de acessos no site.

QUEM DEVE DECLARAR

É obrigado a declarar o contribuinte que recebeu rendimentos cuja soma foi superior a R$ 23.499,15 em 2011, o que corresponde a R$ 1.807,63 por mês, incluindo o décimo terceiro salário. Também deve declarar quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma for superior a R$ 40 mil.

Deve ainda preencher a declaração quem recebeu, em qualquer mês de 2011, ganho de capital em alienações de bens ou direitos; realizou operações em Bolsas de valores, de mercadorias, de futuros ou semelhantes; ou teve receita bruta superior a R$ 117.495,75 com atividade rural, entre outras situações.

PAGAMENTO

No dia 30 vence também o prazo para o pagamento da primeira parcela (ou da cota única) para quem ainda tiver IR a pagar. O pagamento poderá ser feito, no máximo, em oito cotas (valor mínimo de R$ 50). A última, paga no fim de novembro, pode ter acréscimo superior a 6%.

Se tiver condições financeiras, o contribuinte que tiver IR a pagar deve quitá-lo à vista ou no menor número possível de parcelas. Para isso, compensa usar dinheiro de aplicação financeira (poupança, fundo de renda fixa etc.) para se livrar da dívida.

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA

União repassa terceira parcela da complementação do Fundeb

Maranhão recebeu  R$ 133.772.350,93

Portal do MEC

O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) depositou na sexta-feira, 30, a terceira parcela da complementação da União referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O valor transferido foi de R$ 606.881.181,10.

São beneficiados com a complementação da União os estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e os respectivos municípios, por não terem alcançado o valor anual mínimo nacional, previsto para este exercício em R$ 2.096,68.

O recurso transferido obedece ao cronograma de repasse da complementação ao Fundeb disponível no portal do FNDE. Os repasses podem ser acompanhados pela internet nos sítios da Secretaria do Tesouro Nacional e do Banco do Brasil.

Confira os valores da terceira parcela de complementação do Fundeb

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA

Brasil é 10º maior consumidor mundial de energia elétrica

O Brasil é o décimo maior consumidor mundial de energia elétrica, segundo dados da Agência Internacional de energia (AIE), com sede em Paris. Desde 2001, o consumo de eletricidade no país aumentou quase 38%, acima da média mundial, que foi de 30% no período.

BBC Brasil

Apesar de significativo, o crescimento do consumo de eletricidade no Brasil ficou bem abaixo das taxas registradas pela China e pela Índia entre 2001 e 2009 (último dado disponível). Nesses dois países, o aumento foi, respectivamente, de 153% e de 64%, de acordo com a AIE.

Os Estados Unidos, a China, a União Europeia e a Índia representam mais de 60% do consumo mundial de eletricidade.

O crescente aumento do consumo de energia é uma grande preocupação mundial.

‘Hora do Planeta’

O evento “A Hora do Planeta”, iniciativa da organização ambiental WWF, que prevê que as luzes sejam desligadas em várias cidades do mundo durante uma hora para lutar contra o aquecimento global, tem o objetivo de conscientizar a população mundial em relação ao problema.

Nas previsões da AIE, a demanda mundial de energia primária (que existe de forma natural na natureza) deverá aumentar em um terço entre 2010 e 2035.

Até essa data, as emissões de CO2, um dos principais gases que provocam o efeito estufa, deverão crescer 20%, afirma a AIE.

Em 2010, a procura mundial por energia primária aumentou 5%, um salto “considerável” na avaliação da agência internacional, que alerta para o fato de que isso provoca novos picos de emisões de dióxido de carbono.

Apenas a China e a Índia, diz a agência, deverão ser responsáveis pela metade do crescimento da demanda de energia global até 2035.

Em geral, os países emergentes deverão representar 90% do aumento previsto da demanda global de energia até 2035, segundo a AIE. No Brasil, a demanda de energia primária deverá crescer 78% nesse período.

“As taxas de crescimento de consumo de energia na Índia, na Indonésia, no Brasil e no Oriente Médio aumentam a um ritmo ainda mais rápido do que na China”, ressalta a AIE em um relatório divulgado no final do ano passado.

Fontes renováveis

Apesar de estar no ranking dos dez maiores consumidores de energia, a AIE ressalta que o Brasil é um dos líderes mundiais na produção de energia hidrelétrica e de biocombustíveis, fontes de energia renováveis.

De acordo com a agência, 45% da energia total produzida no Brasil é originária de fontes renováveis, enquanto a média nos países ricos da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) é de apenas 8%.

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de energia hidrelétrica, atrás da China.

As fontes de energias renováveis não hidrelétricas (como a solar e a eólica) na geração de eletricidade em nível mundial ainda representam apenas 3% em 2009.

Mas a agência prevê que essa participação deverá aumentar para 15% em 2035 graças ao aumento dos recursos para desenvolver essas outras fontes, principalmente na União Europeia e na China.

Também segundo a agência internacional, 1,3 bilhão de pessoas no mundo ainda não dispõe de eletricidade.

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA, MUNDO

“Playboy brasileiro”, Eike Batista quer ser o mais rico do mundo, diz jornal inglês

O Estado de Minas

O jornal britânico Daily Mail chamou Eike Batista de playboy brasileiro nesta segunda-feira. De acordo com a edição, o magnata brasileiro, que financiou o lance para trazer os Jogos Olímpicos de 2016 para seu país de origem, vem se vangloriando de que em breve será o homem mais rico do mundo. As olimpíadas no Rio serviriam para coroar a conquista pessoal de Eike. O empresário, ex-marido de Luma de Oliveira, disse que iriá ultrapassar o magnata mexicano das telecomunicações, Carlos Slim, nos próximos três ou quatro anos.

O empreendedor de 55 anos, que conquistou uma fortuna de US$ 30 bilhões, começando do zero, em apenas 30 anos, disse que até 2015 pretende receber US$ 10 bilhões ao ano.

egundo Eike, esse valor lhe garante estar a frente da fortuna dos milionários Carlos Slim – US$ 68,5 bilhões – e Bill Gates – US$ 62,4 bilhões. O jornal destacou ainda a influência de Eike e suas empresas para que o Brasil ultrapassasse o Reino Unido e se tornasse a sexta maior economia mundial.

Eike também falou ao jornal inglês sobre o crescimento de suas empresas. Apenas o grupo EBX vale hoje US$ 1,5 trilhão. Duas de suas mineradoras têm valor de mercado estimado em US$ 500 bilhões. A mais valiosa delas, localizada na Colômbia, chega a US$ 300 bilhões.

Saiba mais.

Eike Batista apelará de decisão judicial contra termoelétrica no Chile

Justiça chilena paralisa a construção de termelétrica de Eike Batista

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Publicado em: BRASIL, ECONOMIA

Pelé e os negócios suspeitos de Angola

Rei do Futebol se envolve em escândalo imobiliário no país africano ao se declarar sócio de empresários brasileiros que venderam, e não entregaram, casas em condomínios de luxo na capital Luanda

Da Revista Isto É

Em outubro de 2009 e abril de 2010, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, desembarcou em Luanda para oferecer o prestígio do seu nome na divulgação de empreendimentos imobiliários de quatro empresários brasileiros na capital de Angola. Hospedou-se no Hotel Alvalade, de onde saiu para participar de entrevistas, fazer comerciais, posar ao lado de protótipos das casas e até visitar o presidente José Eduardo dos Santos, no poder desde 1979. Nessas ocasiões, o maior jogador de futebol de todos os tempos se apresentou como sócio da empreitada. “Fico feliz por investir em Angola”, disse, à época. “Deus sempre me coloca em equipes vencedoras.” Dois anos depois, o megaprojeto residencial ruiu, emaranhado numa sucessão de escândalos, pelo não cumprimento de pelo menos 540 contratos de vendas das unidades de classe média e alta, ao não entregá-las no prazo combinado. E o tom do Rei do Futebol mudou completamente. O staff de Pelé afirma que ele atuou apenas como garoto-propaganda da marca Build Angola. A sociedade, tão decantada no grandioso lançamento, é agora negada.

Os empresários Antonio Paulo de Azevedo Sodré, João Gualberto Ribeiro Conrado Jr., Paulo Henrique de Freitas Marinho e Ricardo Boer Nemeth, donos das empresas angolanas Readi Angola e Galson, venderam apartamentos, lofts, casas e quintas a preços abaixo da média do mercado angolano (leia quadro). “Eu comprei minha casa no Bem Morar, ainda na planta. Paguei US$ 105 mil à vista”, afirma a diretora da Televisão da Província do Bengo, Ana Paula Esteves. “Trabalhei muito para conseguir esse dinheiro e agora me sinto roubada”, diz a executiva, que deveria ter recebido as chaves de sua casa há um ano. De acordo com informações colhidas junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, Sodré responde a uma ação penal interposta pelo Ministério Público por crimes contra a fé pública, em um processo por irregularidades na importação de avestruzes, no início dos anos 2000.

Outdoors com a imagem de Pelé foram espalhados por toda Luanda.

Os sócios Paulo Marinho, João Gualberto Conrado Júnior, Paulo Sodré e Ricardo Boer com o Rei

Com uma estratégia agressiva de publicidade, que incluiu ainda estrelas da televisão local, a Build Angola obteve êxito até setembro de 2010, quando começaram a circular e-mails de supostos clientes afirmando que a empresa não iria honrar seus contratos. “Fomos vítimas de uma campanha de difamação arquitetada por um ex-funcionário nosso chamado Werther Mujjali, que mandou mensagens com nomes falsos”, afirma Paulo Sodré, em entrevista à ISTOÉ, ao lado dos seus três sócios, no escritório localizado na Vila Olímpia, região nobre de São Paulo. Segundo perícia feita por profissional contratado pelos brasileiros, as mensagens partiram do computador desse ex-funcionário, com quem travam uma batalha judicial pela marca Build. Sodré diz que as dificuldades começaram a partir da disseminação desses e-mails, já que os compradores deixaram de pagar as parcelas das casas. As unidades eram tocadas somente com o dinheiro das vendas e pararam por completo em 2011. Procurado pela reportagem, Werther Mujjali não retornou as ligações. ISTOÉ apurou que a situação se agravou no início deste ano, com funcionários brasileiros da Build Angola recebendo ameaças, operários angolanos sem salários e registros de invasão dos escritórios da empresa em Luanda. Uma comissão que representa 300 compradores entrou com processos na Justiça e há queixas registradas na polícia.

“Eles cometeram uma sucessão de erros e é evidente que houve má administração do dinheiro que receberam das vendas”, disse à ISTOÉ um empresário brasileiro do ramo imobiliário de Angola, cujo mercado não oferece as mesmas condições apresentadas no Brasil, onde há financiamento bancário e uma rede de seguros para incorporações. O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor de Angola comunicou o caso à embaixada brasileira e oficiou autoridades policiais para que abrissem investigação. “Esses sujeitos agiram de má-fé e mancharam a imagem do Brasil aqui. Agora é comum ouvir na rua que todo brasileiro é vigarista”, diz o empresário do setor de hotelaria e navegação Hélder Rosa, que gastou US$ 496 mil por uma casa no Bem Morar. A moradia está em pé, mas não há ligação com rede de esgoto nem abastecimento de água e luz.

A direção da Build Angola afirma que tem a receber US$ 34,6 milhões da sua carteira de clientes e precisa pagar outros US$ 23,7 milhões para concluir as obras. “Estamos perto de fechar uma negociação dos nossos ativos para dois grandes grupos empresariais angolanos que vão assegurar o término e a entrega das casas”, declara Paulo Marinho. Em meio a essa situação indefinida, apenas uma coisa parece certa. A imagem do Rei Pelé foi atingida. “Nós estamos decepcionados; 90% das pessoas só acreditaram na Build Angola porque Pelé emprestou sua credibilidade à empresa”, diz Hélder Rosa. “O que posso adiantar é que não existe nenhum tipo de sociedade. O que foi feito e já expirou foi um contrato de Cessão de Uso de Imagem para o lançamento desses empreendimentos”, afirmou o advogado de Pelé, Paulo Gustavo. ISTOÉ apurou que o Rei do Futebol tem a receber, a título de pagamento, quatro unidades residenciais cuja construção também não terminou. Na hipótese mais benigna, Edson Arantes do Nascimento é vítima do empreendimento que Pelé garantia.

Publicado em: BRASIL, ECONOMIA, MUNDO

Prefeituras do MA abrem mais de 1.800 vagas em concursos públicos

Do G1 MA

As prefeituras de seis municípios maranhenses abriram edital para concurso público nesta semana. No total, 1.817 vagas serão distribuídas nas seguintes cidades: AçailândiaBuriti, Imperatriz, MatõesMontes Altos e Porto Franco.

Os salários variam de R$ 622 até R$ 4.000, respectivamente, variante aos cargos oferecidos.
A Prefeitura de Imperatriz é a que mais oferece vagas, no total, 711. Destas, o maior número é para os cargos que exigem nível superior.

Inscrições
Os valores para inscrição variam entre R$ 30 e R$ 90. Os interessados devem acessar os editais nos seguintes endereços eletrônicos:

Açailândia

Buriti

Imperatriz

Matões

Montes Altos

Porto Franco

Publicado em: ECONOMIA, MARANHÃO