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Sampaio empata com o Moto Club e se classifica para a final do segundo turno do Maranhense

Em jogo único pelas semifinais do segundo turno do Estadual, no estádio Castelão, o Moto Club e  o Sampaio Correa empataram em 2 a 2.

O Moto Club chegou a abrir 2 a 0, mas o Sampaio Corrêa empatou a partida, avançou até à final do returno do Maranhense e ainda eliminou o seu arquirrival do Estadual.

Os dois gols do Moto vieram todos no primeiro tempo. Laerte, aos 10, e Toni Galego, aos 31 abriram boa vantagem a equipe Motense.

O Moto jogou com um a menos desde os 34 do primeiro tempo, quando Toni Galego foi expulso. Na segunda etapa veio o empate do Sampaio. O Tricolor marcou com Isaac, aos 15 e Esquerdinha 35.

Na final do segundo turno, o Sampaio irá enfrentar o Cordino. Por ter melhor campanha nas fases anteriores do segundo turno, o Tricolor tem a vantagem de igualdade no placar agregado. Além disso, o  Sampaio ainda faz a partida de volta da decisão no Castelão.

O primeiro jogo da final do returno já acontece neste domingo (23), no Leandrão, às 15h45. A volta, no Castelão, será realizada, na próxima quarta-feira, às 20h15.

Santa Quitéria x Cordino

Na tarde desta quinta-feira, jogando no Rodrigão, o Cordino venceu o Santa Quitéria, por 1 a 0, e carimbou seu passaporte para à final do returno do Estadual.

O único gol da partida foi marcado por Ulises.

SITUAÇÕES

1- Se o Sampaio for campeão do segundo turno

Caso o Sampaio vença o segundo turno, o time tricolor volta a enfrentar novamente o Cordino, campeão do primeiro turno .

Somando os pontos de todas as fases, o Sampaio tem 15 pontos. Mesmo vencendo as duas partidas da final do segundo turno, o Sampaio só chega a 21 pontos.  Somando os pontos de todas as fases, o Cordino soma 25 pontos.

Então nesse novo confronto, o Cordino por ter melhor campanha passa a ter a  vantagem de igualdade no placar agregado, além disso faz a partida de volta no estádio Leandrão, em Barra do Corda.

2 – Se o Cordino for campeão do segundo turno

Caso o Cordino vença o segundo turno, torna-se campeão maranhense pela primeira vez. Nesse caso, a segunda vaga na Copa do Brasil e na Copa do Nordeste  passa a ser do Imperatriz.

Na classificação geral o Imperatriz somou 23 pontos, mas já está eliminado do campeonato. Com a eliminação do Santa Quitéria  pelo Cordino na semifinal do segundo turno, o Cavalo de Aço garantiu vaga na Série D 2018.

O Cordino já garantiu vaga na Copa do Brasil , Copa do Nordeste e Série D 2018 por ter sido campeão do primeiro turno.

Foto: Elias

Mesmo sem jogar, Imperatriz pode garantir vaga na Série D em 2018

O Imperatriz mesmo sem jogar ainda pode garantir uma vaga na Série D em 2018.

Vejamos: Na classificação geral, o Cavalo de Aço tem 23 pontos e ocupa a primeira colocação. O Cordino já garantiu vaga na Série D, na Copa do Nordeste e Copa do Brasil 2018 por ter sido campeão do primeiro turno.

O Moto Club e Sampaio estão na Série C em 2017, então não disputam vaga para a Série D em 2018. O MAC já está eliminado. O único que pode atrapalhar o Imperatriz é o Santa Quitéria.

Para garantir vaga na Série D em 2018, o Santinha precisa passar pelo Cordino na semifinal quinta-feira (20) e vencer a final do segundo turno contra o Moto ou Sampaio. Caso o Santinha fracasse, a vaga da Série D em 2018 é do Imperatriz.

Maranhão e Cordino na Série D 2017

Em 2016, Moto e Maranhão jogaram a Série D. Com o acesso do Moto para a Série C 2017, o Cordino, quarto colocado do Maranhense 2016, com 17 pontos passou a ser o segundo representante do Maranhão na Série D 2017, junto com o Maranhão Atlético Club, terceiro colocado do Maranhense 2016, com 21 pontos .

Caso o MAC seja eliminado da Série D este ano, o Quadricolor terá que ser campeão ou vice do Maranhense de 2018 para disputar a Série D em 2019.

Veja a classificação geral do Maranhense 2017 no momento

1 – Imperatriz: 23 pontos
2 – Cordino:  22 pontos
3 – Moto:  16 pontos
4 – Santa Quitéria:  15 pontos
5 – Sampaio:  14 pontos
6 – MAC: 14 pontos
7 –  São José: 13 pontos
8 – Americano: 1 ponto (Rebaixado)

Sampaio vence Moto Club e enfrenta novamente o Moto na semifinal

Sampaio e Moto Club se enfrentarão novamente. Santa Quitéria e Cordino fazem o outro jogo. Por terem a melhor campanha em seus grupos, Santa Quitéria e Moto jogam pelo empate.

A última rodada da fase de classificação do Campeonato Maranhense não poderia ser mais eletrizante. Todos os jogos aconteceram às 15h45 deste domingo (16).

No Castelão, o Sampaio Correa venceu o Moto Club e garantiu a liderança do grupo B, e também levou a classificação. Sampaio e Moto se enfrentam novamente na quinta-feira, às 20h15 no Castelão, pela  semifinal.

Pênalti e expulsões

Após uma falta violenta, aos 17 minutos do segundo tempo, Diego Silva foi expulso e desfalcou o time do Sampaio. Mesmo o um jogador a menos, o Sampaio foi para cima Hiltinho, que sofreu pênalti, defendido pelo goleiro Marcio Arantes.

Com a vantagem, o Moto não ameaçou tanto. Chico bala foi o destaque do time no embate. Porém, com o Sampaio na frente, e a pressão para o empate, Chico foi expulso aos 27 minutos do segundo tempo.

Santa Quitéria x Americano

O Santa Quitéria venceu o Americano por 2 a 1 e se classificou para as semifinais. Na Raposa, gols foram marcados por Zé Augusto e Léo Paraíba. Hugo marcou para o Americano.

O Santa Quitéria agora pega o Cordino, quinta-feira, às 15h45 no Rodrigão.

Maranhão x São José

No Nhozinho Santos, deu empate. São José e MAC amargaram um 1 a 1. Eloir e Kleo fizeram os gols. Com o resultado, Maranhão e São José se despedem do Campeonato. O MAC já se prepara para a Série D. O Peixe Pedra fica de folga, sem competições em 2017.

Imperatriz x Cordino

No Frei Epifânio, o Imperatriz venceu o Cordino por 3 a 1, mas está desclassificado e sem calendário no restante da temporada

Classificação final do segundo turno

Grupo A

1º Santa Quitéria – 9 pontos
2º Sampaio– 8 pontos
3º São José – 7 pontos
4º   Imperatriz  – 7 pontos

Grupo B

1º Moto Club – 6 pontos
2º Cordino – 4 pontos
3º Maranhão  – 3 pontos
4º Americano – 0 ponto

Com informações do jornal O Imparcial

Delator diz que Odebrecht pagou R$ 400 mil para campanha de Flávio Dino

Folha de São Paulo

Um delator da Odebrecht disse em seu acordo que a empresa deu R$ 400 mil para a campanha de 2010 do então deputado federal Flávio Dino (PC do B-MA) para o governo do Maranhão. Dino perdeu a disputa de 2010, mas na disputa de 2014 foi eleito governador daquele Estado.

O delator José de Carvalho Filho diz que a doação ilícita foi acertada em 2010. À época, segundo ele, a Odebrecht tinha interesse na aprovação do projeto de lei 2.279, de 2007, que vetava a aplicação no Brasil de leis estrangeiras que afetem o comércio internacional. Um dos temores da Odebrecht é que leis americanas que proíbem investimentos em Cuba fossem adotadas no Brasil. O delator afirma que essa lei “atribuía segurança jurídica a investimentos do grupo Odebrecht”.

O projeto de lei é da senadora Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), que integra o mesmo partido de Flavio Dino.

STJ vai investigar Flávio Dino e mais oito governadores citados em delações da Odebrecht

G1

Os executivos e ex-dirigentes da Odebrecht que fecharam acordo de delação premiada com a Operação Lava Jato citaram situações suspeitas envolvendo 12 governadores .

Deste total, três serão investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) por terem sido mencionados ao lado de outras autoridades que têm foro privilegiado na Corte: Tião Viana (PT), do Acre; Robinson Faria (PSD), do Rio Grande do Norte; e Renan Filho (PMDB), de Alagoas. Veja a lista com outros nove governadores ao final da reportagem.

Renan Filho é alvo de, ao menos, dois inquéritos autorizados por Fachin a pedido do procurador-geral da República. Ele será investigado junto com seu pai, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Em um deles, o senador Fernando Bezerra de Souza Coelho (PSB-PE), ex-ministro da Integração Nacional, também é investigado.

Já Tião Viana será investigado junto com seu irmão, o senador Jorge Viana (PT-AC), ex-prefeito de Rio Branco. Segundo o Ministério Público, Jorge Viana pediu dinheiro à Odebrecht para campanha eleitoral de seu irmão ao governo do Acre, em 2010.

Os delatores Hilberto Mascarenhas e Marcelo Odebrecht disseram na delação da empreiteira que repassaram R$ 2 milhões à campanha de Tião Viana, sendo R$ 500 mil como doação oficial.

Envio ao STJ

Por ordem do relator da Lava Jato no STF, ministro Luiz Edson Fachin, os episódios que envolvem outros nove governadores foram enviados ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), foro competente para julgar os chefes dos Executivos estaduais.

Agora, caberá ao STJ analisar o pedido e autorizar o início das diligências solicitadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Veja quem são os governadores citados pelos delatores da Odebrecht:

Paulo Hartung (PMDB), do Espírito Santo;

Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo;

Beto Richa (PSDB), do Paraná;

Fernando Pimentel (PT), de Minas Gerais;

Flávio Dino (PC do B), do Maranhão;

Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio de Janeiro;

Marconi Perillo (PSDB), de Goiás;

Raimundo Colombo (PSD), de Santa Catarina;

Marcelo Miranda (PMDB), de Tocantins.

Foto: Hilton Franco

Ministro do STF manda investigar 8 ministros, 24 senadores, 39 deputados e 3 governadores

Lobão levou R$ 5 milhões da empreteira

Estadão

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra oito ministros do governo Temer, 24 senadores e 39 deputados federais, entre eles os presidentes das duas Casas –como mostram as 83 decisões do magistrado do STF, obtidas com exclusividade pelo Estado.

O grupo faz parte do total de 108 alvos dos 83 inquéritos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) com base nas delações dos 78 executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht, todos com foro privilegiado no STF. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não aparecem nesse conjunto porque não possuem mais foro especial.

O Estado teve acesso a despachos do ministro Fachin, assinados eletronicamente no dia 4 de abril.
Também serão investigados no Supremo um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 23 outros políticos e autoridades que, apesar de não terem foro no tribunal, estão relacionadas aos fatos narrados pelos colaboradores.

Os senadores Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, e Romero Jucá (RR), presidente do PMDB, são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos: 5, cada. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ex-presidente do Senado, vem em seguida, com 4.

O governo do presidente Michel Temer é fortemente atingido. A PGR pediu investigações contra os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. Padilha e Kassab responderão em duas investigações, cada.

As investigações que tramitarão especificamente no Supremo com a autorização do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, foram baseadas nos depoimentos de 40 dos 78 delatores.

Os relatos de Marcelo Odebrecht, ex-presidente e herdeiro do grupo, são utilizados em 7 inquéritos no Supremo. Entre os executivos e ex-executivos, o que mais forneceu subsídios para os pedidos da PGR foi Benedicto Júnior, (ex-diretor de Infraestrutura) que deu informações incluídas em 34 inquéritos. Alexandrino Alencar (ex-diretor de Relações Institucionais) forneceu subsídios a 12 investigações, e Cláudio Melo Filho (ex-diretor de Relações Institucionais) e José de Carvalho Filho (ex-diretor de Relações Institucionais), a 11.

Os crimes mais frequentes descritos pelos delatores são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também descrições a formação de cartel e fraude a licitações.

Imunidade

O presidente da República, Michel Temer (PMDB), é citado nos pedidos de abertura de dois inquéritos, mas a PGR não o inclui entre os investigados devido à “imunidade temporária” que detém como presidente da República. O presidente não pode ser investigado por crimes que não decorreram do exercício do mandato.

Lista

Os pedidos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foram enviados no dia 14 de março ao Supremo. Ao todo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF 320 pedidos – além dos 83 pedidos de abertura de inquérito, foram 211 de declínios de competência para outras instâncias da Justiça, nos casos que envolvem pessoas sem prerrogativa de foro, sete pedidos de arquivamento e 19 de outras providências. Janot também pediu a retirada de sigilo de parte dos conteúdos.

Entre a chegada ao Supremo e a remessa ao gabinete do ministro Edson Fachin, transcorreu uma semana. O ministro já deu declarações de que as decisões serão divulgadas ainda em abril. Ao encaminhar os pedidos ao STF, Janot sugeriu a Fachin o levantamento dos sigilos dos depoimentos e inquéritos.

Veja quem são os investigados

MINISTROS

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), Relações Exteriores

Blairo Maggi (PP), Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Bruno Araújo (PSDB), Cidades

Eliseu Padilha (PMDB), Casa Civil

Gilberto Kassab (PSD), Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações

Helder Barbalho (PMDB), Integração Nacional

Marcos Pereira (PRB), Indústria, Comércio Exterior e Serviços

Moreira Franco (PMDB), Secretaria-Geral da Presidência da República

SENADORES

PCdoB

Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)

PMDB

Eunício Oliveira, presidente do Senado (PMDB-CE)

Renan Calheiros (PMDB-AL)

Romero Jucá (PMDB-RR)

Edison Lobão (PMDB-MA)

Kátia Abreu (PMDB-TO)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Eduardo Braga (PMDB-AM)

Valdir Raupp (PMDB-RO)

PP

Ciro Nogueira (PP-PI)

Ivo Cassol (PP-RO)

PSB

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)

Lidice da Mata (PSB-BA)

PSD

Omar Aziz (PSD-AM)

PSDB

Aécio Neves (PSDB-MG)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Dalirio Beber (PSDB-SC) José Serra (PSDB-SP)

Ricardo Ferraço (PSDB-ES)

PT

Paulo Rocha (PT-PA)

Humberto Costa (PT-PE)

Jorge Viana (PT-AC)

Lindbergh Farias (PT-RJ)

PTC

Fernando Collor de Mello (PTC-AL)

DEPUTADOS

DEM

Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara

José Carlos Aleluia (DEM-BA)

Onyx Lorenzoni (DEM-RS)

Rodrigo Garcia (DEM-SP)

PCdoB

Daniel Almeida (PCdoB-BA)

PMDB

Pedro Paulo (PMDB-RJ)

Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA)

Daniel Vilela (PMDB-GO)

PP

Mário Negromonte Jr. (PP-BA)

Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)

Cacá Leão (PP-BA)

Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)

Júlio Lopes (PP-RJ)

PPS

Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)

PR

João Carlos Bacelar (PR-BA)

Milton Monti (PR-SP) Alfredo Nascimento (PR-AM)

PRB

Celso Russomano (PRB-SP)

Beto Mansur (PRB-SP)

PSB

José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do Maranhão

Heráclito Fortes (PSB-PI)

PSD

Fábio Faria (PSD-RN)

Antônio Brito (PSD-BA)

PSDB

Jutahy Júnior (PSDB-BA)

Yeda Crusius (PSDB-RS)

João Paulo Papa (PSDB-SP) B

Betinho Gomes (PSDB-PE)

PT

Marco Maia (PT-RS)

Carlos Zarattini (PT-SP)

Nelson Pellegrino (PT-BA)

Maria do Rosário (PT-RS)

Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)

Vander Loubet (PT-MS) Zeca Dirceu (PT-SP)

Zeca do PT (PT-MS)

Vicente Cândido (PT-SP)

Arlindo Chinaglia (PT-SP)

Décio Lima (PT-SC)

PTB

Paes Landim (PTB-PI)

SD

Paulinho da Força (SD-SP)

GOVERNADORES

Alagoas: Renan Filho (PMDB)

Rio Grande do Norte: Robinson Faria (PSD)

Acre: Tião Viana (PT)

TCU

Vital do Rêgo Filho, ministro

PREFEITOS

Rosalba Ciarlini (PP), prefeita de Mossoró (RN) e ex-governadora do Estado

DEMAIS POLÍTICOS E OUTROS

Valdemar da Costa Neto (ex-deputado federal – PR-SP)

Luís Alberto Maguito Vilela, ex-senador da República e Prefeito Municipal de Aparecida de Goiânia (GO) entre os anos de 2012 e 2014

Edvaldo Pereira de Brito, candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições de 2010

Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais)

Cândido Vaccarezza (ex-deputado federal – PT-SP)

Guido Mantega (ex-ministro do governo Lula)

César Maia (DEM), vereador do Rio, ex-prefeito do Rio e ex-deputado federal

Paulo Bernardo da Silva, ex-ministro do governo Dilma

Eduardo Paes (PMDB), ex-prefeito do Rio de Janeiro

José Dirceu, ex-ministro do governo Lula

Ana Paula Lima (PT-SC), deputado estadual em Santa Catarina

Napoleão Bernardes, prefeito de Blumenau (SC) João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia

Advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época procurador-geral do Estado do Maranhão

Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romero Jucá

Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio Neves

Eron Bezerra, marido da senadora Vanessa Grazziotin

Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos

Humberto Kasper

Marco Arildo Prates da Cunha

Vado da Farmácia, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho

José Feliciano.

 

Relator da Reforma da Previdência recebeu R$ 200 mil via caixa dois da Odebrecht

Arthur Maia, relator da impopularíssima mas necessária Reforma da Previdência, aparece nas delações de Claudio Melo Filho e José Carvalho Filho, ex-diretores da Odebrecht, como tendo recebido R$ 200 mil reais, via caixa dois, pagos pelo departamento de propinas da empreiteira. O dinheiro seria usado em sua campanha para deputado.

O ministro Edson Fachin autorizou a abertura de inquérito contra “Tuca”, como Maia é conhecido na Odebrecht.

Blog do Lauro Jardim

Governador Flávio Dino não participou da Agritec, em Paraibano

A Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia do Maranhão (AGRITEC), realizada entre 6 e 8 de abril, em Paraibano,  não contou com a participação do governador comunista Flávio Dino.

Segundo o secretário Adelmo Soares (aquele que não sabe diferenciar abóbora de jerimum), o governador não compareceu ao evento por conta de problemas técnicos e logísticos. Adelmo chegou a anunciar que o governador estaria em Paraibano, dia 8, às 13h. Tudo mentira.

Ainda no maior cinismo, Adelmo disse que Dino estará em Paraibano ainda este mês para a entrega de um trator.

E onde estava Dino? Em Timon, inaugurando uma unidade do Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia (IEMA).

Vários prefeitos da região compareceram a Agritec na expectativa de vê o governador, abraçar, tirar fotos e fazer pedidos.

O comparecimento foi em vão.

Moto Club vence Santa Quitéria

Jogando no estádio Nhozinho Santos, na tarde deste sábado (8), o Moto Club venceu o Santa Quitéria pelo placar de 3 a 0, pela segunda rodada do returno do Maranhense.

Os gols do Papão do Norte foram marcados em tempo distintos. Na primeira etapa, aos 29, Jerson abriu o placar. No tempo final, aos 20 e aos 40, Vinícius Paquetá fechou a vitória motense.

Nos outros três jogos da rodada, neste domingo, o MAC empatou com o Imperatriz por 1 a 1, no Estádio Castelão. O Cavalo de Aço saiu na frente com André Penalva, enquanto Gileard garantiu o empate para o time atleticano.

Em Barra do Corda, o Cordino venceu o São José por 1 a 0, com gol de Ulysses.

No estádio Nhozinho Santos, o Sampaio Correa venceu o Americano por 3 a 0. Os gols do jogo foram marcados todos no primeiro tempo, com Isac, Fredson e Esquerdinha.

Classificação 

Grupo A

1º Sampaio – 4 pontos
2º Imperatriz – 4 pontos
3º São José – 3 pontos
4º   Santa Quitéria – 3 pontos

Grupo B

1º Cordino – 4 pontos
2º Moto Club – 3 pontos
3º Maranhão  – 1 ponto
4º Americano – 0 ponto

Próximas rodadas:

12/04 – Quarta-feira
15h45 – Cordino x Santa Quitéria
19h15 – Imperatriz x Moto
20h15 – São José x Americano
20h15 – Sampaio x Maranhão

16/04 – Domingo (última rodada)
15h45 – Moto x Sampaio
15h45 – Maranhão x São José
15h45 – Santa Quitéria x Americano
15h45 – Imperatriz x Cordino

Paraibano (MA): Professor Amaury deixa governo Zé Hélio

O professor Amaury Carneiro não faz mais parte do governo Zé Hélio (PT).

Em nota encaminhada ao blog, Amaury diz que está sendo alvo de perseguição por parte de aliados do prefeito Zé Hélio.

Na nota, Amaury fez críticas à secretária de educação Doralina Coelho dizendo que ela é ditadora  e utiliza métodos arcaicos, típicos da época do coronelismo para perseguir os funcionários.

Amaury alega que foi um dos principais defensores e articulador da candidatura petista, entretanto nunca foi reconhecido pelo prefeito depois de eleito.

Veja a nota

Das pessoas envolvidas no cenário político de Paraibano, eu, professor Amaury Carneiro, fui um dos primeiros a declarar apoio à candidatura do prefeito Zé Hélio (PT), desde o começo do mês de junho de 2015, quando realizamos a primeira reunião da oposição e seu nome já era cogitado como pré-candidato a prefeito.

 Fui candidato a vereador em 2016 pela coligação Unidos Pela Mudança e me dediquei com empenho total e irrestrito na campanha que elegeu Zé Hélio, acreditando em uma mudança para melhor na administração pública municipal de minha querida cidade.

No entanto, desde o fim da campanha eleitoral de 2016, tenho sido alvo de perseguição política promovida por alguns aliados do próprio grupo político do qual ajudei a eleger o atual prefeito.  Isso é um absurdo.

Esses aliados se aventuram de forma irresponsável em fazer fofocas, picuinhas, acusações levianas e mentirosas a meu respeito. Essas pessoas em nenhum momento se preocupam com o município e sua população, se preocupam apenas em  conquistar seus objetivos pessoais utilizando os meios mais  escusos, nocivos e sórdidos possíveis e, ainda mais revoltante, é a postura do prefeito, que não apura os fatos e dá credibilidade, acredita fielmente nessas pessoas desqualificadas, que não conseguem seus objetivos por seus próprios méritos e tentam denegrir com informações infundadas,  falsas, a imagem das pessoas que se portam de maneira honesta, de forma ilibada perante à sociedade.

Até minha esposa, mãe de família dedicada, mulher digna, uma pessoa que vive do trabalho para casa, tem sido alvo de perseguição.  A Rosângela está sendo perseguida secretária municipal da educação, que está administrando a referida secretária ‘ com ‘mão de ferro’, autoritária, ditatorial, utilizando métodos arcaicos, típicos da época do coronelismo, totalmente condenado pela sociedade. Administra a pasta da educação tratando alguns funcionários da classe, de forma diferenciada e mais uma vez o prefeito se esquiva da situação e não apura os fatos.

Nem na gestão da ex-prefeita Aparecida Furtado, onde eu era oposição, adversário político, não fui tão perseguido. Fui adversário, não inimigo, pois sempre respeitei e respeito  muito as pessoas, as famílias que merecem.

Estava me mantendo calado até o momento, mas diante dessas injustiças, com clara intenção de atingir minha pessoa, minha família, resolvi vir a público e manifestar meu descontentamento e repúdio.

Portanto, diante de todos esses fatos, comunico aos verdadeiros amigos, correligionários, meu desligamento desse grupo político, mas continuarei ajudando o próximo sempre que precisar de mim.

E quanto as pessoas que estão tentando fazer o mal a mim, eu as perdoou, não será necessário ser grosseiro, pois nossa jornada juntos aqui é muito curta e não pode ser revertida.

Professor Amaury Carneiro.