Justiça desmente farsa do terreno criada por Edivaldo e sua turma contra Wellington

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O juiz Cícero Dias, titular da 4ª Vara da Fazenda Pública do Maranhão, extinguiu nesta quinta-feira(28), o processo movido pela Procuradoria Geral do Estado  contra o deputado estadual e candidato a prefeito da capital pela coligação “Por amor a São Luís”, Wellington 11 (PP), por suposta invasão de um terreno às margens da Via Expressa.

Desde o início da campanha eleitoral, o assunto vem sendo utilizado massivamente por setores ligados ao Palácio dos Leões, pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e pelos sistemas Mirante e Difusora de Comunicação, respectivamente, pertencentes aos clãs Sarney e Lobão, para denegrir e difamar a honra de Wellington.

Na decisão, magistrado concordou que Wellington não poderia figurar como réu na ação porque não é proprietário do imóvel e decidiu encerrar a ação, por ilegitimidade do pólo passivo. E um dos trechos, o magistrado frisou que houve perseguição contra Wellington por parte do Estado.

“O réu [Wellington], com documentos, provou não ter a propriedade da área objeto da demanda e também não há prova de que ele tenha praticado esbulho ou que detenha a posse a qualquer título da referida área. Por outro lado, o autor [Estado do Maranhão], mesmo sabendo que o réu sempre alegou não ter praticado esbulho ou deter qualquer poder sobre o imóvel objeto da lide, evitou apontar pessoa diversa responsável pelo esbulho denunciado. O réu, na realidade, é parte ilegítima para figurar no pólo passivo da demanda, razão por que acolho a preliminar suscitada e extingo o processo sem resolução de mérito”, despachou Dias.

A afirmação da própria Justiça de que houve, de fato, perseguição do Estado contra Wellington, confirma o uso da máquina pública pelo governador Flávio Dino (PCdoB) em favor de sua cria, o atual mandatário da cidade, Edivaldo Holanda Júnior (PDT).

Foto: Hilton Franco