Professores que pagaram ingressos sem meia-entrada na vaquejada de Paraibano serão reembolsados

A denúncia protocolada pelo professor Hilton Franco, dia 15 de julho de 2016 no Ministério Público sobre o não cumprimento da Lei da meia-entrada para professores nas festas de vaquejada de Paraibano,  realizada em julho de 2016, surtiu efeito na sexta-feira (19/08).

O Ministério Público apurou a denuncia junto à prefeitura de Paraibano e foi informado que a festa de vaquejada havia sido terceirizada, e que a responsável pelas festas era a produtora cultural Kaliny Brito.

Acionada pelo Ministério Público, Kaliny Brito encaminhou um ofício ao promotor Júlio Anderson Borralho Magalhães Sobrinho para prestar esclarecimentos.

‘A Lei da meia entrada aos professores da rede pública e privada de Paraibano, não foi concedida em virtude dos mesmos não terem me procurado, sendo que tomou conhecimento de tal fato, bem como da própria lei através do blog do Hilton Franco’, relatou Kaline.

Kaline Brito culpa o sindicato dos professores pela inoperância em não divulgar a lei da meia entrada para professores.  ‘ Tal lei deveria ser amplamente divulgada  e caberia ao sindicato levar aos produtores de festa para que estes pudessem se adequar e cumprir com o disposto nela’.  O sindicato dos professores tem como presidente a professora Maria Aparecida, que nem sequer sabia da existência da lei.

Kaline se propôs a devolver os valores cobrados além da meia entrada aos professores que comprovarem o pagamento do ingresso sem o desconto previsto em lei, além de se comprometer em cumprir a lei nos próximos eventos realizados por ela.

Com esta iniciativa do professor Hilton Franco, a Lei da meia-entrada para professores passará a ser cumprida em Paraibano.

Saiba mais

Lei da meia-entrada para professores não é cumprida na vaquejada de Paraibano-MA

Veja abaixo o ofício encaminhado por Kaliny à Promotoria de Justiça de Paraibano (MA).

 

Kaliny